domingo, 15 de novembro de 2009

Amor da minha vida








Há 1 ano me casei na Igreja com o homem da minha vida.




Nossa história começou muito tempo antes disso:

Em 2001,eu morava com outro carinha, estudei numa escola onde Jr era inspetor e dava aulas de informática. Fiz amizade rapidamente com ele através de outras pessoas da escola. Em pouco tempo eu descobri que ele era irmão de uma ex colega de classe minha, lá dos tempos de 7ª série e que estudamos na mesma escola, sem nunca nos conhecermos(eu era rato de biblioteca e ele de quadra).



O tempo passou, eu separei, namorei um carinha ridiculo que não tinha nada a ver comigo, mas nesse meio tempo por muito pouco (pra ser mais exata pela interferencia de um amigo bebado com medo das cantadas dos travestis da praça) nó não começamos nossa história de amor.


Perdemos contato, nos reencontramos em 2003, durante uma festa na cidade. Eu tinha ido toda triste porque estava iludida com uma paixonite, e quando eu ia descendo a rua da praça pra ir pra casa quem estava subindo a mesma ladeira: Jr.


Passamos os 3 dias da festa nos encontrando, apenas conversando, colocando o papo em dia. Alguns dias depois, ainda por causa daquela paixonite, eu resolvi me mudar, ia somente com uma mochila de roupas nas costas atrás de um emprego na região serrana, já havia té mesmo conseguindo alguns endereços de pousadas pra procurar emprego (eu estudava hotelaria).



Quando liguei pra Jr contando de minha decisão ele foi enfático: "me encontra na praça pra gente conversar melhor". No caminho encontrei um amigo de infância que me acompanhou até a praça e fez companhia até a chegada de Jr, ele fez uma barquinho de papel que tenho até hoje.


Jr disse depois que achou que eu tava namorando com meu amigo, hahaha...

Papo vai, papo vem, dai rolou nosso 1º beijo. Era 13 de agosto de 2003.
Em 5 de dezembro seguinte casamos no cartório. Nem preciso dizer quemuita gente foi contra o que consideraram um casamento relampago.
Ainda em dezembro engravidei da minha 1ª filha, em maio perdi ela. Mesmo comtodas as dificuldades da gestação de risco, com todos os custos excedentes e com o prometido emprego dos sonhos dele indo por água abaixo nosso casamento não foi abalado. Ele estava ao meu lado.
O tempo passou, as dificuldades aumentaram e engravidei de novo, dessa vez de Neto. Mais uma vez ele estava ao meu lado, batalhando pra nos dar uma vida melhor e pra termos nosso bebê com saúde.

Quando Neto ia fazer 1 ano descobri na emergência do hospital que estava grávida de 10 semanas, com muitas dores e sangramento. Uma semana depois perdi o bebê. E Jr ao meulado, como sempre.

No carnaval seguinte engravidei de novo, dessa vez por acidente, já haviamos decidido que não iriamos mais tentar. Novamente muita dor e sangue. Dessa veztivemos uma crise,que passou.


De lá pra cá muita coisa mudou. Eu era quase cética em relaçãoa minha fé, tornei-me incrédula quandovi minha filha morta num saco plástico de hospital. Depois de perder os outros bebês descobri que na verdade tudo acontece por algum motivo, como dizem o Universo conspira a favor das coisas. Voltei a crer em Cristo e descobri algo muito maior do que qualquer coisa que eu já tenha lido ou pesquisado (meu hobbie quando adolescente era estudar religiões): o amor maior de Sua mãe, a Virgem Santíssima, mãe que como eu sofreu, que como eu sorriu e como eu sempre teve ao seu lado um marido que a amava incondicionalmente, amava seu filho, acreditava nela e na sua fé. Conheci a devoção Mariana.

Não sou tão mariana quanto gostaria de ser, nem vou a Igreja como gostaria, mas a fé na Virgem Maria, em suas diversas faces, em São José no seu papel de esposo perfeito me trouxeram uma nova luz.

Foi aí que decidi casar na Igreja.


Jr é católico deste que nasceu, assim como eu, sendo que eu fui criada afastada da Igreja e ele foi criado como católico.


Quando casamos no cartório a família dele questionou porque não casaríamos na Igreja. O mesmo ocorreu quando Neto nasceu e eu não quis batiza-lo.


Eu não sabia mas já agia como verdadeira católica. Afinal pela fé católica só se batiza um filho para dar a ele a fé que os pais tem e que querem que ele tenha. Só se casa na Igreja para consagrar, tanto que é um dos sacramentos da Igreja (por isso que a Igreja proibe o divórcio).


Em 15 de Novembro do ano passado finalmente conseguimos nos casar na Igreja, depois de muitas dificuldades pra conseguir isso.



E depois de 6 anos juntos, eu digo: tirei a sorte grande!

Nesse meio tempo vi pessoas casando e separando, casamentos mantidos somente pela aparência, casais casados há décadas que nem se conhecem de verdade e nós 2 ainda juntos contra todas as expectativas, com gente torcendo contra, com gente atrapalhando, por muitas vezes podendo contar somente um com o outro MAS ACIMA DE TUDO FELIZES.





Em 6 anos foram poucas as ocasiões em que realmente tenha havido algum atrito, foram poucas as vezes em que por algum desentendimento, alguma palavra mal compreendida brigamos.



Hoje eu amo esse homem muito mais do que há 6 anos atrás.



Hoje sei que o homem que escolhi pra ser o pai dos meus 4 filhos não é só o carinha legal do colégio, é O CARA. Um homem maravilhoso, bondoso, gentil, carinhoso. O homem que amo.




Amor sei que você vai ler isso, você lê todas as minhas postagens, então saiba:



TE AMO



FELIZ ANIVERSÁRIO!


4 comentários:

  1. Com Fé em Deus e Amor no coração,tudo podemos superar!!!!
    Felicidades sempre para Voces!!
    bjsss

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  2. Te amo mais q tudo e vc sabe, adorei o post, 6 anos em poucos paragrafos, eu não faria melhor, só q peloamordedeus, eu não souO CARA, não sou, fizeram uma covardia com O CARA q não posso nem escrever aqui......beijão minha rainha

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  3. Que lindo post Manu!!! o amor realmente mexe com a gente até nas palavras!
    tenho certeza q Deus continuará abençoando o amor de vcs...
    Que este amor por Maria tb continue fortalecendo os laços familiares! Bjs

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  4. pox mô vc tnhaque imcarcm o cara né...

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